julho 30, 2007
julho 29, 2007
julho 25, 2007
julho 24, 2007
julho 23, 2007
julho 22, 2007
DE RERUM NATURA [sobre a natureza das coisas]
Autores
Carlos Fiolhais (físico)
Desidério Murcho (filósofo)
Helena Damião (pedagoga)
Jorge Buescu (matemático)
Palmira F. Silva (química)
Paulo Gama Mota (biólogo)
Sofia Araújo (bióloga)
Autores
Carlos Fiolhais (físico)
Desidério Murcho (filósofo)
Helena Damião (pedagoga)
Jorge Buescu (matemático)
Palmira F. Silva (química)
Paulo Gama Mota (biólogo)
Sofia Araújo (bióloga)
julho 21, 2007
julho 18, 2007
Duas situações do nono:
Situação 1: A classificação média dos seis testes de um aluno x durante o nono ano, a Matemática, foi 35%. Considere-se a dispersão irrelevante para este exemplo. Suponhamos que x é um aluno assíduo e pontual. Não revela problemas graves de natureza disciplinar (conversa pontualmente e, por vezes, está distraído…). Empenha-se razoavelmente nos trabalhos (sobre, por exemplo, História da Matemática) e actividades propostas com auxílio das novas tecnologias (Excel, GSP,…). Resolve com dificuldade os exercícios na sala de aula, mas é participativo e procura esclarecer as dúvidas que surgem. É evidente que não trabalha minimamente em casa. Serviços mínimos. Ligado nas aulas desligado fora das mesmas. A globalidade destas informações é transformada num número, de acordo com os pesos definidos pelo departamento de matemática. Suponhamos que a média ponderada é 47,5%! A classificação do aluno é, merecidamente, o nível 3. O professor limitou-se a cumprir os critérios estabelecidos (independentemente de concordar, ou não, com eles). É, no entanto, espectável que no exame não alcance um nível superior a dois.
Situação 2 - A classificação média dos seis testes de um aluno y durante o nono ano, a Matemática, foi 25%. É quarta vez que frequenta o nono ano. No Conselho de Turma vários professores foram seus directores de turma ao longo dos últimos anos, facto que confere ao referido Conselho uma capacidade de análise bastante bem sustentada. A nota do aluno é votada. Um dos professores opõe-se à subida do nível para 3, os restantes votam favoravelmente. Esta situação não contraria (nem podia contrariar!) a legislação em vigor. Com esta decisão os professores fizeram um favor ao aluno, à escola e à sociedade, numa perspectiva profundamente humanista inserida neste contexto e circunstância. Obviamente que é muitíssimo provável que o aluno não atinja, no exame, um nível superior a dois.
julho 16, 2007
Três quartos de níveis negativos no exame do nono ano.
Terá sido porque,
- a primeira questão da prova não era particularmente acessível e influenciou decisivamente o desenrolar da restante resolução?
- a prova englobava vários itens do programa do sétimo e do oitavo ano?
- foi o primeiro exame "a sério" para a esmagadora maioria dos alunos?
- a prova exigia conhecimentos articulados entre diferentes temas programáticos, facto que prejudica os alunos cujos conhecimentos estão compartimentados e sem ligações entre si?
- houve excesso de confiança e algum desleixo após um exame de Português que correu muito bem?
- houve muitos alunos "descansados" no conforto de uma classificação de frequência superior a dois?
- poderão ter havido muitas classificações de 48 e 49% (era interessante saber, a nível nacional, quantas notas é que se situaram, por exemplo, entre os 46 e os 49% )
julho 14, 2007
julho 11, 2007
julho 05, 2007
As "Leis de Newton" foram publicadas há 320 anos
Corria o dia 5 de Julho de 1687, em Londres, quando foi publicada a primeira edição integral dos "Princípios Matemáticos da Filosofia Natural", de Isaac Newton, que estabeleceram a teoria da gravitação universal, as leis da dinâmica e o desenvolvimento da óptica e da teoria corpuscular da luz, a base da física moderna.
Os "Princípios Matemáticos da Filosofia Natural" são normalmente designados por "Principia" ou por "Leis de Newton". Integram quase todas as áreas da física e da matemática, tal como hoje são concebidas, e deram origem a uma revolução científica apenas comparável à de Albert Einstein, encetada mais de dois séculos depois.
Os "Princípios Matemáticos da Filosofia Natural" são normalmente designados por "Principia" ou por "Leis de Newton". Integram quase todas as áreas da física e da matemática, tal como hoje são concebidas, e deram origem a uma revolução científica apenas comparável à de Albert Einstein, encetada mais de dois séculos depois.
julho 03, 2007
O documento para discução pública está aqui
ÍNDICE
Introdução
Finalidades do ensino da Matemática
Objectivos gerais do ensino da Matemática
Temas matemáticos e Capacidades transversais
Orientações metodológicas gerais
Gestão curricular
Avaliação
1.º ciclo
2.º ciclo
3.º ciclo
Quadros temáticos
Bibliografia e recursos
Introdução
Finalidades do ensino da Matemática
Objectivos gerais do ensino da Matemática
Temas matemáticos e Capacidades transversais
Orientações metodológicas gerais
Gestão curricular
Avaliação
1.º ciclo
2.º ciclo
3.º ciclo
Quadros temáticos
Bibliografia e recursos
EQUIPA
João Pedro da Ponte
Lurdes Serrazina
Henrique Manuel Guimarães
Ana Breda
Fátima Guimarães
Hélia Sousa
Luís Menezes
Maria Eugénia Graça Martins
Paulo Alexandre Oliveira
João Pedro da Ponte
Lurdes Serrazina
Henrique Manuel Guimarães
Ana Breda
Fátima Guimarães
Hélia Sousa
Luís Menezes
Maria Eugénia Graça Martins
Paulo Alexandre Oliveira
junho 18, 2007
Domínio temático – Probabilidades; Geometria / Capacidade matemática – Raciocínio
ESFERAS PERFUMADAS E PROBABILIDADES
Existem diferentes maneiras de perfumar uma casa. Uma delas é impregnar com perfume esferas de madeira especial e espalhá-las pela casa.
Algumas dessas esferas são comercializadas em caixas de forma paralelepipédica e pintadas com duas cores diferentes. As esferas são habitualmente todas iguais e estão arrumadas nas caixas, sem espaço entre elas.
As esferas tangentes têm cores diferentes.
Na imagem, é possível observar uma das vistas laterais de qualquer das caixas.
ESFERAS PERFUMADAS E PROBABILIDADES
Existem diferentes maneiras de perfumar uma casa. Uma delas é impregnar com perfume esferas de madeira especial e espalhá-las pela casa.
Algumas dessas esferas são comercializadas em caixas de forma paralelepipédica e pintadas com duas cores diferentes. As esferas são habitualmente todas iguais e estão arrumadas nas caixas, sem espaço entre elas.
As esferas tangentes têm cores diferentes.
Na imagem, é possível observar uma das vistas laterais de qualquer das caixas.
1. O Pedro comprou uma dessas caixas, com 15 esferas. Ao retirar uma das esferas da caixa, reparou que era branca. Qual é a probabilidade de isso acontecer?2. As caixas têm, no máximo, 30 esferas. Em algumas dessas caixas, a probabilidade de retirar uma esfera preta é 0,5. Quantas esferas podem conter as caixas para que isso aconteça? Justifica a tua resposta.
Etiquetas:
capacidade matemática,
Geometria,
Probabilidades,
raciocínio
junho 15, 2007
Ontem cerca das 23 horas e 45 m passou na rtp2 um programa intitulado “História do 1”
Tratou-se de um documentário sobre números. Destaque, natural, para o 1 e também para o zero. Programa bem produzido, bem realizado e bem apresentado. Programa de qualidade, humor e rigor. O zapping tem destas coisas. Quantos não passarão despercebidos por falta de informação e divulgação da própria estação de televisão. O facto de não ter começado a ver do princípio levou-me, hoje, a uma pesquisa no site da RTP. Nada encontrei referente ao programa...
Tratou-se de um documentário sobre números. Destaque, natural, para o 1 e também para o zero. Programa bem produzido, bem realizado e bem apresentado. Programa de qualidade, humor e rigor. O zapping tem destas coisas. Quantos não passarão despercebidos por falta de informação e divulgação da própria estação de televisão. O facto de não ter começado a ver do princípio levou-me, hoje, a uma pesquisa no site da RTP. Nada encontrei referente ao programa...
junho 08, 2007
REPETIÇÃO
“…é como na Matemática…é fundamental a repetição. Sem repetição de exercícios…”
(Parte de uma intervenção de uma mãe/encarregada de educação, professora de Inglês, numa reunião onde participei como encarregado de educação)
Meter a foice em ceara alheia presta-se à asneira.
A analogia com a matemática pretendia legitimar e reforçar um argumento relativo à disciplina de Inglês. Ouvi em silêncio e, em silêncio, fiquei esclarecido. Em pleno XXI é deprimente ver uma mãe que pressiona a escola na formatação da filha à boa maneira de antigamente, Idade Média incluída!
Sem pretender alongar-me, entendo referir que a tese da senhora não é bom presságio para o futuro matemático da sua educanda, neste momento em pleno terceiro ciclo do ensino básico. Defender a rotina e desprezar a qualidade do ensino e da aprendizagem, a criatividade, o sentido crítico e a autonomia é revelador de uma mentalidade pequenina.
Pequenina e pretensiosamente douta.
“…é como na Matemática…é fundamental a repetição. Sem repetição de exercícios…”
(Parte de uma intervenção de uma mãe/encarregada de educação, professora de Inglês, numa reunião onde participei como encarregado de educação)
Meter a foice em ceara alheia presta-se à asneira.
A analogia com a matemática pretendia legitimar e reforçar um argumento relativo à disciplina de Inglês. Ouvi em silêncio e, em silêncio, fiquei esclarecido. Em pleno XXI é deprimente ver uma mãe que pressiona a escola na formatação da filha à boa maneira de antigamente, Idade Média incluída!
Sem pretender alongar-me, entendo referir que a tese da senhora não é bom presságio para o futuro matemático da sua educanda, neste momento em pleno terceiro ciclo do ensino básico. Defender a rotina e desprezar a qualidade do ensino e da aprendizagem, a criatividade, o sentido crítico e a autonomia é revelador de uma mentalidade pequenina.
Pequenina e pretensiosamente douta.
junho 02, 2007
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