Julho 03, 2009

A candidatura do PM2 devia ser feita após a conclusão do relatório final do PM1(conclusão do triénio). É evidente que a reflexão produzida para a elaboração do relatório final teria influência directa na tomada de decisões estratégicas no novo projecto. A questão funcional, ou outra, sobrepôs-se e alterou a ordem natural. Faz, neste contexto, todo o sentido permitir que, em Setembro ou Outubro, a escola tenha possibilidade de efectuar alterações ao projecto 2 através de uma adenda (abria-se um novo campo, o único editável na plataforma). Além do mais a colocação de professores está atrasada e a distribuição de serviço por fazer.

Julho 02, 2009

Au fait combien de zéros terminent 100 000 000 ! ?
calculadeira auxiliar em linha

Junho 30, 2009


Uma capa infeliz (Escola informação)
dose 1
Um director melga é uma imagem depreciativa, mas inofensiva.

O conceito de director maçador (chateador-mor) é absurdo como cavalo de batalha de uma luta em prol de uma escola pública de qualidade. A imagem da melga melga tem o detalhe de que revela a personalidade sugadora do insecto. Nenhuma associação ao director me parece consistente. A estação parva já chegou ao sindicato.

Façam lá outra capa. ..

Junho 28, 2009

Junho 25, 2009

No Liberation on-line.
Notícias do país de sua "alteza" sarko:
Les élèves de la filière STG ont dû répondre à la question: «Comment conseilleriez-vous un employeur souhaitant licencier une salariée pour défaut de productivité ?»
Questão que saiu no bac de economia-direito.
Como serão os critérios específicos desta questão-provocação, desta questão que poderá pontuar a falta de escrúpulos?
Para desenjoar: Steve Coleman
and The Mystic Rhythm Society


Junho 24, 2009





De um bilhete de lotaria sabe-se que o seu número é formado por sete algarismos, dos quais três são iguais a 1, dois são iguais a 4 e dois são iguais a 5 (por exemplo: 1551414 ).
Determine quantos números diferentes satisfazem as condições anteriores.
(Exame Nacional, 12ºAno, 1ªFase - 2009)

Junho 21, 2009

Avertissement :
L'abus de la calculatrice nuit gravement aux cerveaux des jeunes qui ne veulent pas apprendre leur table de multiplication !

Une œuvre éphémère de Land Art, dans les jardins du château de Saint-Germain en Laye.

Junho 18, 2009

Continuação do post de ontem:
Já não faltava tudo...(15!- x *5!*10!)/15!
Falta a contagem x, nos casos favoráveis.
Repara que entre os dez livros não matemáticos existem nove espaços, mais um antes e outro após... num total de 11 espaços.
_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_
Os cinco livros de matemática podem ocupar cinco desses onze lugares. Como a questão da ordem já está prevista noutra parte da resolução temos x=11nCr5=462.
A probabilidade pedida é 11/13
cool

Junho 17, 2009

O enunciado é mais ou menos assim: 15 livros, dos quais 5 são de matemática, são colocados numa prateleira. Qual a probabilidade de, pelo menos, dois livros de matemática ficarem juntos (lado a lado...)?
Proposta de resolução:
A contagem dos casos possíveis é concensual: 15!
Como é usual a contagem dos casos favoráveis exige mais cuidado e raciocínio.
Um procedimento habitual nestas situações de "pelo menos" envolve o complementar do acontecimento que se pretende calcular. Assim, P(pelo menos 2 livros...)= 1-P(todos os livros de matemática separados). Os livros de matemática podem permtuar entre si (5!) e os restantes também (10!). A contagem, no entanto, permanece incompleta...
Deixo a situação em aberto.
Amanhã termino...!
;)

Junho 13, 2009

Playing in an Augmented World from YDreams on Vimeo.

Junho 12, 2009


Pequena entrevista ao Professor Jaime Pinho, coordenador do projecto que esteve na origem do livro "QUANDO A TRÓIA ERA DO POVO"
Num livro sobre memórias de uma época, o título escolhido é uma ferroada no futuro escolhido para Tróia. Certo?
Pergunta difícil! O título pretende ser a ponte entre o conteúdo e o leitor. Quando as pessoas viram o livro, a capa, e o começaram a folhear, parece que emergiu nelas um misto de prazer, nostalgia e uma certa revolta perante a mudança brutal que ocorre neste momento em Tróia. Aquele espaço foi (está ) a ser destruído!
Mas atenção!
Há correntes dentro desta ciência humana e social (História) que alertam para a necessidade de resistir à tentação de a encarar como um instrumento manipulável para confrontar ou interpretar os problemas do presente. Estou consciente deste perigo. Por outro lado, quem trabalha neste campo deve assumir que elaborar uma reconstituição histórica de uma forma asséptica, de luvas e fato, para se proteger contra eventuais contaminações”, não passa de uma fraude. Por isso, a objectividade e o rigor nas ciências sociais são sempre relativos. Mas o que me importa é garantir que a pesquisa não cede perante quaisquer preconceitos e que os métodos e instrumentos de investigação assentam na pluralidade de fontes e na valorização do contraditório. Numa palavra, as pessoas que trabalham em história devem fazer tudo para evitar o sectarismo.

Como é que foi escolhido o título do livro?
O título foi escolhido através de uma votação feita em três das quatro turmas. O timing de que se dispunha não deu tempo para auscultar a quarta. Procedeu-se a uma “primeira volta”, passando à segunda os títulos mais votados. Tornou-se claro que o título que ficou era o mais desejado por uma maioria relativa mas claramente destacada.

Os alunos tiveram consciência de um título com opinião implícita?
Agora, liberto do stress daqueles dias em que trabalhámos a uma velocidade bastante grande, parece-me que sim. Fico contente por pensar que a sua escolha talvez contenha uma crítica, mais do que justa, aliás. Mas só cada um e cada uma das pessoas que votaram neste título poderia responder com segurança.

Sendo o turismo uma crescente fonte de rendimentos, num país cujo aparelho produtivo foi extinto, não devemos estar satisfeitos pelo empreendimento em curso na Tróia? Mais emprego para a região...
A questão tem a ver com os valores impostos e matraqueados até à náusea. Trata-se de compreender que a ideologia do lucro imediato é incompatível com a preservação da natureza, a começar pelos ecossistemas mais sensíveis. Os valores ambientais são uma herança de há milhares e milhões de anos. O seu valor é a sua singularidade. Os promotores imobiliários estão a matar a “galinha dos ovos de ouro”, como já fizeram no Algarve. São inimigos do turismo ambiental e cultural, são insensíveis ao turismo sustentado. Destroem em semanas e meses o que demorou milhares de anos a formar-se. Não sabem o que é a importância da biodiversidade. Querem enriquecer arrasando as dunas, agravando o perigo de extinção dos roazes do Sado, aniquilando espécies de flora raras e protegidas, acelerando a erosão costeira. E impedindo o livre acesso das pessoas às praias que sempre foram do povo.
Os alunos fizeram alguma reflexão sobre a realidade abordada, sobre as diferenças que constatam para a actualidade? Qual a opinião dos alunos sobre a Tróia que está a ser construída?
Não houve tempo para reflectir, na sala de aulas, sobre o assunto. Houve a necessidade de os transportar para as décadas de 1950/60/70, e não houve tempo, nem fazia parte do nosso trabalho, discutia as alterações ocorridas no presente.
Estes trabalhos editados constituem iniciativas bastante louváveis. Sendo raras as ligações entre as escolas e as comunidades circundantes, estes projectos revelam-se muito importantes nessa vertente. Têm tido "feed-back" do exterior, de pessoas não ligadas, de algum modo, à concepção do livro?
Concerteza. Os relatos dos alunos sobre o que aconteceu quando chegaram a casa e mostraram o livro às pessoas que tinham entrevistado são categóricos nesse sentido. Os tipógrafos e as operárias da encadernação foram das primeiras e primeiros a dizerem-nos que este livro iria atingir em cheio as pessoas da cidade. Para não falar das pessoas que o estão a vender: alunos e alunas, livreiros. E, naturalmente, as centenas de pessoas que entusiasmadas o vão comprar.
Também eu, coordenador com mais seis colegas, amigos e amigas, tenho recebido todo o tipo de mensagens de congratulação por esta obra colectiva.
A minha convicção profunda é de que as escolas secundárias são, numa cidade como a nossa, os espaços que concentram mais energia e recursos humanos diversificados e de qualidade para estudar o meio em que se inserem.
Já há alguma ideia para um novo projecto?
Colegas e amigos vão-nos dando generosamente novas pistas e “sementes”. Mas um trabalho destes exige três anos “debaixo da terra” para poder nascer. É certo que existe uma técnica testada, prática e produtiva. A “matéria prima” são os estudantes do 9º ano e os seus parentes mais velhos. É bem possível ir resgatando mais memórias ameaçadas de extinção.

Junho 11, 2009

Junho 10, 2009

Sarkozy veut ouvrir les lycées le week-end

Junho 08, 2009

Junho 07, 2009