novembro 26, 2005

Os países ditos desenvolvidos representam actualmente 19% da população mundial.
Este número será, previsivelmente, 16% em 2025 e 13,5% em 2050.

novembro 25, 2005


FotoGeometria


Casa da Música - Porto

novembro 24, 2005

"Há uma correlação, amplamente documentada à escala mundial, entre pobreza e altos índices de natalidade. Em países pequenos e grandes, capitalistas e comunistas, católicos e muçulmanos, ocidentais e orientais - em quase todos estes casos o crescimento exponencial da população abranda ou pára quando desaparece a miséria opressiva. É a chamada transição demográfica. A longo prazo, é do interesse urgente da espécie humana que em todos os da Terra se alcance essa transição demográfica. Por isso é que ajudar outros países a tornarem-se auto-suficientes é não só uma questão de elementar decência humana, mas também do interesse das nações mais ricas que podem prestar a ajuda. Uma das questões centrais no que respeita à crise populacional mundial é a pobreza. "

Carl Sagan
Biliões e Biliões
Gradiva

novembro 22, 2005

Curva logística ou SIGMÓIDE ( pela forma de S alongado)

Regista a fase de crescimento forte até ao ponto de inlfexão, a partir do qual de inicia a fase de travagem do crescimento. Nesta curva o ponto de inflexão tem coordenadas (98,844 ; 6,2) o que permite dizer que foi em finais de 1998 que a referida travagem começou a ocorrer e que nesse momento a população mundial era composta por 6,2 biliões de pessoas.
A expressão P(t) diz respeito à população mundial desde 1900, representando t o número de anos após 1900. trata-se de um modelo matemático definido a partir de elementos estatísticos. Permite, por exemplo, calcular a população em 1950 e prever a população em 2010.
Naturalmente, em cada ano que passa, o modelo pode ser actualizado em função do valor real da população mundial nesse mesmo ano.

A construção de um modelo semelhante e o correspondente estudo da função definida pode ser efectuado por estudantes do 12ºAno.


novembro 21, 2005

Como evoluirá o crescimento populacional?

novembro 20, 2005

A edição de 19 de Novembro do Le Monde (edição internacional) inclui uma entrevista a Jean-Claude Chesnais. Trata-se de um demografo e economista, director do Ined (instituto francês de demografia) e a sua opinião constitui um bom pretexto para retomar os post’s no Vizir.
O gráfico que apresento foi construido no Excel com base em dados encontrados do site do INED, diz respeito à evolução da população à escala planetária. Este gráfico baseia-se num modelo matemático, pois a recolha de dados estatístico não se fazia, de forma sistemática, e com objectivos de estudo e análise antes do séc. XIX. Esse modelo permite igualmente fazer previsões para o futuro.
O crescimento exponencial da população é particularmente evidente. As projecções para as próximas décadas (barras azuis no gráfico) mostram que o crescimento continuará. Já pensaram nas consequências deste enorme crescimento?

outubro 15, 2005

Fotografia com Geometria!

outubro 13, 2005

A verdade é essa. Muita gente vê a matemática como sendo só contas e quando um professor faz alguma coisa na aula que não tenha nada a ver com contas (como utilizar bolas de basket ou contar histórias sobre Gauss) já não é lá muito competente. Infelizmente é assim mas no que me diz respeito, fico feliz por existirem professores que tornem as aulas de matemática mais agradáveis, visto que há tanta gente que detesta matemática.
Filipa Neves - aluna do 10ºano na D.João II
Obrigado pelo teu mail, Filipa!

outubro 11, 2005


Tópicos pessoais para reflexão:
1.
Cada aluno implica um encargo para o ME.
Encher turmas implica mais professores, mais SASE, mais fotocópias, mais...
Cada aluno implica maior embaraço estatístico na comparação e confronto com outros...
2.
Todos os envolvidos num processo educacional sabem, por experiências anteriores, que o sucesso dos planos de recuperação é ínfimo. Penalizar as escolas e os professores pela indiferença de muitos face à educação, à cultura e ao saber é algo que numa primeira abordagem não faz sentido!
As mais recente medidas do ME, parecem traduzir-se, objectivamente, por um “passem os alunos...”. Assim já vislumbro um sentido!
3.
Para os alunos que repetidamente se passeiam pela escola sem concluir o ensino básico o ME propõe a escapatória RVCC, nobre projecto para adultos com experiências de vida não reconhecidas e certificadas, no qual não se enquadram, obviamente, os jovens referidos. No entanto, por pura conveniência política, a legislação permite que maiores de 18 anos ingressem nos Centros RVCC.
4.
Esta escapatória ao modelo escolar usual permite que um aluno espertalhaço fique vários anos na boa vida... porque existe alternativa potencialmente simplista!
5.
Nenhum destes alunos será sensível a um plano de recuperação. Trata-se de trabalho infrutífero para os respectivos autores.
6.
Neste quadro o ME parece comportar-se como um Encarregado de Educação que, entre a qualidade da aprendizagem e as notas (classificações), opta, sem pestanejar, pela segunda!
7.
Em Educação os processos de optimização de recursos humanos e materiais estão nos antípodas da Programação Linear. Nesta complexa realidade não entra o método de Simplex!!

setembro 30, 2005

Fotografia com Geometria!

setembro 27, 2005

“A Matemática é…CONTAS!”

Isto seria verdade caso, nas analogias futebolísticas, tudo não passasse dos treinos, o que daria origem à frase “O Futebol é…TREINOS”.
Esta perspectiva leiga centra-se exclusivamente na MANIPULAÇÃO, mais especificamente na manipulação algébrica!
Um professor que procure trabalhar com os seus alunos ao nível da manipulação no domínio, por exemplo, da Geometria Sintética, usando para o efeito, as estantes de um móvel da sala de aula ou materiais mais formais tipo Polydrons, está, segundo esta perspectiva das contas, a brincar. Rapidamente uma mente mais baça passa um atestado de incompetência à ousada criatura que pretere as contas para segundas visitas…!

setembro 20, 2005

Que estranha figura plana!
Ilusão de ... ondulação!

setembro 18, 2005

“A MATEMÁTICA NÃO SE ESTUDA, COMPREENDE-SE!”

Esta frase, que se ouve recorrentemente, é reveladora de uma ideia instalada e entranhada que é dita como se de uma verdade absoluta se tratasse. Funciona como um mecanismo regulador da suposta incapacidade genética para a disciplina, tendo como objectivo para quem a profere, desresponsabilizar, pais e filhos, pelo insucesso que natural e fatalmente chegará. Relativiza-se o fracasso.
Obviamente que a compreensão de ideias, definições e propriedades é fundamental, no entanto a aquisição de certas destrezas e rotinas apenas são possíveis alcançar com estudo e com prática. Ou seja com TRABALHO!
A realidade é sempre mais complexa, será para compreender não será necessário estudar? Em Matemática é normal voltar-se ciclicamente ao domínio do CONCEPTUAL, independentemente de estarmos no domínio da MANUPULAÇÃO ou da APLICAÇÃO e de irmos para um ou outro…
Repare-se que a frase, sobre a qual este post incide, prescinde do ponto dois MANIPULAÇÃO (não se estuda…) centrando-se exclusivamente no ponto um CONCEPTUALIZAÇÃO (compreensão).
Futebolisticamente, poderia apresentar uma interpretação livre, do tipo. "Para ganhar o jogo é exclusivamente necessário saber as regras…"

setembro 17, 2005

As três componentes do ensino da matemática.
1. CONCEPTUALIZAÇÃO
2. MANIPULAÇÃO
3. APLICAÇÃO
Mais ou menos como no futebol.
As regras e princípios, o treino específico e de conjunto e o jogo!
A parte do treino pode ser a menos agradável para muitos, mas encaremo-la como uma forte motivação para o jogo/teste/exame!
Voltarei ao assunto e às analogias...

setembro 14, 2005

Os horários das turmas podem ser consultados na página da escola...
Por imposição apressada do ministério, segunda–feira algumas turmas terão em várias disciplinas (que se esperam poucas...) aulas de apresentação com um professor-substituto. Alguns destes saberão antecipadamente o que os espera, em virtude do mapa com as horas de substituição e respectivos docentes e, também, porque alguns colegas não irão recuperar das suas maleitas a tempo de começarem as aulas a 19. Outros, porém, terão direito à surpresa! Avançarão sem rede, uns e outros.
Com o turbilhão de novidades a entrar tardiamente, em finais de Junho e em Julho, o Conselho Executivo preocupou-se, naturalmente, com a estrutura formal do edifício. Impossível agir de outro modo. Em muitas escolas no final do ano lectivo ocorreram alterações profundas em Conselhos Executivos e Pedagógicos, aos quais foi extremamente difícil o binómio digerir-agir em tempo útil.
A necessária primeira reflexão sobre o tema aulas de substituição será produzida em paralelo com ocorrência das mesmas, quando o desejável, nessa fase, seria uma avaliação das orientações definidas previamente. Vamos, portanto, agir sem que antecipada e atempadamente se tivesse pensado. Esta responsabilidade é claramente imputável ao Ministério da Educação em funções.
Creio que a primeira e, quiçá, única razão destas aulas é evitar que os alunos andem “à solta” durante 90, 180 ou 270 minutos. A manutenção dos alunos dentro das salas de aulas confere alguma segurança ás famílias relativamente ao que os alunos estão a fazer na escola, sobretudo quando têm feriado.. Existindo turmas onde se pode pensar numa ocupação sadia para alunos e professor, outras, maioritariamente, não permitem qualquer tipo de abordagem dentro de um padrão admitido por qualquer professor como estimulante do ponto de vista lúdico e/ou intelectual. Aqui resta a manutenção, com o mínimo de custos, da ordem. Terá de existir um forte compromisso entre partes contrariadas! Uns e outros gostariam certamente de estar a fazer algo mais interessante, consequentemente… O papel do professor substituto é, nesta perspectiva, algo próximo do baby-siting ou do sr. Matias vigilante. Sendo uma componente NÃO lectiva do seu horário não está obrigado a mais e mais não se lhe pode exigir.
Nós, professores, gostamos do que fazemos. Para muitos será tremendamente redutor estar perante uma turma sem produzir. Creio, no entanto, que devemos estar conscientes que, nos tempos que correm, uma visão lírica da escola tem de ser cruzada com uma perspectiva pragmática e deste cruzamento deverá estar uma nova forma de estar na escola.
A responsabilidade do ME aumentou significativamente. Não é com anunciados congelamentos de verbas para as escolas públicas nem com investimentos parcos e em regressão progressiva que se regista uma mudança efectiva.
Por falar em mudança, palavra muito cara aos sindicatos, alguém os tem visto???!

setembro 13, 2005

Espiral ou circunferências?

setembro 05, 2005

Exame de Matemática do 12º ano
1ª Fase.
64 469 inscritos, dos quais apenas 49 059 fizeram o exame.
média total: 6,9
média internos: 8,1
média CIF: 13
Percentagem de reprovações: 31

agosto 31, 2005

Salada de atum com feijão fraude!
Interrogo-me sobre o motivo que levou o meu cérebro a alterar a designação do repasto que estava (bem!) escrito na ementa.
Terá uma leitura pessoal? Revelará insatisfação subconsciente com o software que deveria optimizar os horários da escola? Será consequência do país ardido? É um sinal-síntese relativo à disputa presidencial de 2006?
Salada de atum com feijão fraude...

julho 30, 2005

Absolutamente espectacular Google Earth
As palavras cruzadas em voga SUDOKU

julho 19, 2005

A quem deve ser atribuída a culpa principal pelo descalabro dos resultados a Matemática do 9º e 12º anos?

*Aos programas

*Aos Alunos

*Aos professores

Inquérito em curso no Público on-line.

ADIVINHEM QUEM É QUE VAI EM PRIMEIRO LUGAR!!!!!

No México
Português conquista menção honrosa nas Olimpíadas Internacionais de Matemática 18.07.2005 - 19h49 Lusa
Público on-line

julho 18, 2005

Segundo refere Viriato Soromenho Marques, em 1985 a ex-primeira ministra inglesa M. Tatcher fez uso dos conhecimentos adquiridos na licenciatura em Química (tinha uma segunda licenciatura em Direito) para explicar e convencer o então Presidente dos EUA, Sr. R. Reagan relativamente à ameaça existencial representada pelos clorofluorcarbonetos (CFC) na destruição da união dos átomos de oxigénio que formam a molécula de ozono. Nesse ano a Convenção de Viena foi assinada!

Em determinados assuntos um político formado em Ciências tem uma potencial capacidade para falar com propriedade sobre os mesmos.
Ciências ao poder! Biólogos, químicos e físicos…
Matemáticos? Não! A incompreensão generalizada sobre a natureza e a evidência da utilidade do seu trabalho num futuro próximo seriam incompatíveis com a navegação eleitoral à vista…

julho 16, 2005


Setúbal=Matemática
Só aparecem nas primeira páginas pelos piores motivos...